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Seguro de saúde ou plano de saúde: afinal, quais são as diferenças e qual compensa?

Existem, essencialmente, duas formas de beneficiar de uma ampla rede de prestação de cuidados de saúde privada: subscrevendo um seguro de saúde ou um plano de saúde. Apesar de as designações serem semelhantes, estes dois produtos são completamente distintos, desde logo na proteção que oferecem.

Conheça, neste artigo, as principais características do seguro de saúde e do plano de saúde para fazer uma escolha ajustada às suas necessidades e evitar dissabores quando necessitar de utilizar cada um deles.

Seguro de saúde

Proteção abrangente
O seguro de saúde é um produto de proteção que cobre riscos relacionados com a prestação de cuidados de saúde, mediante as coberturas e os respetivos limites de capitais que constam nas condições do contrato, como explica a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF). 

Por outras palavras, o seguro de saúde garante o pagamento, total ou parcial, de despesas médicas, como cirurgias, internamentos, consultas, exames de diagnóstico, medicamentos e próteses e ortóteses, até aos valores previstos para cada uma.

Coberturas ajustadas às necessidades
Os seguros de saúde são vendidos com opções predefinidas de coberturas e capitais, de modo a adaptarem-se às várias necessidades, que mudam ao longo da vida. Na maioria dos casos são disponibilizadas várias opções, da mais simples à mais completa, como acontece com o seguro AdvanceCare Saúde Individual, da Tranquilidade.

No caso do seguro AdvanceCare Saúde Individual, da Tranquilidade, a opção BASE (a mais simples) inclui coberturas como hospitalização; ambulatório; acesso à rede de prestadores de cuidados de saúde em Portugal e Espanha, bem como acesso à rede de medicina dentária; médico, enfermeiro e medicamentos ao domicílio; e médico online.

Já a  opção MAIS oferece proteção reforçada ao nível da saúde da boca, através das coberturas opcionais de estomatologia e medicina dentária, contemplando também a cobertura de parto. A proteção máxima de cuidados de saúde é garantida pela opção TOP. Esta opção acrescenta as coberturas de doenças graves (como o cancro), medicamentos, internacional e próteses e ortóteses.

Todas as opções do seguro contemplam uma cobertura de assistência a pessoas, que inclui, por exemplo, assistência em viagem.

Nas opções mais completas, os capitais de algumas coberturas são também mais elevados. Tomando novamente como exemplo o seguro AdvanceCare Saúde Individual, da Tranquilidade, na opção TOP o capital da cobertura de hospitalização é de 500 mil euros, sendo de 75 mil euros na opção MAIS e de apenas 15 mil euros no pacote BASE. Na altura de decidir qual o nível de proteção a contratar, o capital de hospitalização é um aspeto importante a ponderar. 

Liberdade para escolher
Uma das grandes vantagens dos seguros de saúde é a possibilidade de a pessoa segura poder escolher o médico, hospital ou laboratório da sua preferência, sem ficar limitada à rede de prestação de cuidados de saúde disponibilizada pela seguradora, como acontece com os planos de saúde.

Duas modalidades de comparticipação
Nos seguros de saúde, a comparticipação de despesas pode ser efetuada através de copagamento e/ou reembolso.

A modalidade de copagamento aplica-se quando a pessoa segura utiliza os prestadores de cuidados de saúde com os quais a seguradora tem acordo. Nesse caso, após a realização do ato clínico, a pessoa segura só paga a parte da despesa que não está coberta pela seguradora (copagamento). A parte que cabe à seguradora é paga por esta, diretamente ao prestador de cuidados de saúde utilizado.

Na modalidade de reembolso, a pessoa segura paga a totalidade da despesa, solicitando depois o reembolso da comparticipação da seguradora.

Atualmente, os seguros de saúde mais comercializados contemplam as duas modalidades de comparticipação de despesas de saúde, como é o caso do seguro AdvanceCare Saúde Individual, da Tranquilidade.

Com limites de idade, períodos de carência, exclusões e pré-autorizações
A generalidade dos seguros de saúde impõe algumas restrições, como limites de idade de permanência e de subscrição, períodos de carência (tempo em que o seguro já está em vigor, mas ainda não é possível usufruir de todas as coberturas), exclusões de algumas doenças e necessidade de pré-autorização para determinados atos clínicos.

 

Plano de saúde

Um cartão de descontos
O plano de saúde permite aceder a cuidados de saúde, mas tem uma lógica diferente da do seguro de saúde: oferece apenas acesso a uma rede de prestadores de cuidados de saúde a preços convencionados (com desconto, face aos valores privados), mas só em Portugal. 

Ao contrário do seguro de saúde, o plano de saúde não contempla a possibilidade de recorrer a um prestador de saúde fora da rede de prestadores de cuidados de saúde.

Sem restrições
Os planos de saúde estão acessíveis à generalidade das pessoas, não existindo limites de idade de permanência ou subscrição. Também não se aplicam períodos de carência (a sua utilização é imediata), nem exclusões de doenças (mesmo que pré-existentes) e limites de utilização.

Qual é a melhor opção?
Tudo depende das necessidades de cuidados de saúde. Se pretende acautelar uma possível cirurgia, ter filhos no privado ou aceder com frequência ao privado para consultas, tratamento ou exames, o seguro de saúde é a solução que lhe permite usufruir de todos estes cuidados de saúde sem ter de recorrer ao Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Nas opções menos completas o custo do seguro de saúde é idêntico ao do plano de saúde, e se utilizar com frequência, acaba por poupar, uma vez que só terá de suportar uma pequena parte da despesa, qualquer que seja a modalidade de comparticipação (copagamento ou reembolso).

Já o plano de saúde é indicado para quem quer aceder ao privado apenas para consultas, tratamentos e exames com descontos na rede de prestadores de cuidados de saúde, médico e enfermeiro ao domicílio ou aconselhamento telefónico e não pode pagar um seguro de saúde.

No entanto, com a incerteza do futuro, optar por esta solução pode sair caro, se, por exemplo, houver necessidade de consultar vários especialistas, realizar exames dispendiosos ou fazer uma cirurgia.

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